A taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) aumentou para 4,6% em maio de 2026, após os 3,7% registados no mês anterior. A inflação nos bens abrandou para 2,7% (3,7% em abril), enquanto nos serviços acelerou para 6,7% (3,7% no mês anterior).
A inflação subjacente, que exclui os produtos alimentares não transformados e energéticos, aumentou para 3,7%, após os 2,7% registados em abril.
No mês em análise, a introdução no consumo de gasolina aumentou 6,9% em termos homólogos, evidenciando um abrandamento face ao crescimento de 9,3% registado em abril.
O saldo dos empréstimos concedidos às famílias e às instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias (ISFLSF) para consumo e outros fins aumentou 8,7%, situando-se ligeiramente abaixo do valor observado no mês anterior (9,1%).
Por sua vez, os levantamentos e as compras efetuados através de terminais de pagamento automático (TPA), com cartões nacionais, cresceram 6,3%, traduzindo uma aceleração face aos 5,5% registados em abril.
No que respeita às vendas de automóveis ligeiros de passageiros, registou-se um aumento homólogo de 9,4%, significativamente superior aos 0,7% observados no mês precedente.
Já no que toca ao crescimento económico, a atividade económica regional manteve, em maio de 2026, a trajetória de suvida, embora a um ritmo inferior ao observado no mês precedente, interrompendo assim três meses consecutivos de aceleração.
No setor do turismo, o número de dormidas nos estabelecimentos de alojamento turístico — que não inclui o alojamento local com capacidade inferior a 10 camas — diminuiu 1,3%, acentuando a redução registada em abril (-0,4%).
Os proveitos totais aumentaram 8,1%, mantendo uma evolução positiva, ainda que menos intensa do que a observada no mês anterior (10,6%).
O RevPAR prosseguiu a tendência de desaceleração, crescendo 4,8%, após a variação de 5,8% registada em abril.
Por sua vez, a taxa líquida de ocupação-cama manteve-se inalterada face ao mês anterior, fixando-se em 67,6%
No que toca ao investimento estrangeiro na Região, em maio de 2026, as exportações regionais de bens diminuíram 6,8%, agravando a contração observada no mês anterior (-0,7%). Por seu turno, as importações de bens aumentaram 3,3%, desacelerando, de forma expressiva, face ao crescimento de 17,3% registado em abril.
O movimento de mercadorias nos portos da Região manteve uma evolução positiva, registando um crescimento de 5,3%, embora inferior ao observado no mês anterior (7,3%).
No transporte aéreo, o tráfego de passageiros nos aeroportos regionais aumentou 3,4%, acelerando ligeiramente face aos 3,2% registados em abril.
No que se refere aos levantamentos e às compras efetuados através de terminais de pagamento automático (TPA), com cartões internacionais, registou-se um crescimento de 3,4%, superior ao observado no mês anterior (1,6%).
No setor da energia, a emissão de energia elétrica cresceu 3,9%, desacelerando face ao aumento de 4,8% observado no mês anterior. Por seu turno, a introdução no consumo de gasóleo diminuiu 0,2%, invertendo o ligeiro crescimento registado em abril (0,4%).
No que respeita à dinâmica empresarial, a relação entre sociedades constituídas e dissolvidas fixou-se em 2,5 novas sociedades por cada dissolução, valor superior ao registado no mês anterior (2,3).