“O cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste, organização de defesa do consumidor, custa esta semana 259,31 euros, mais 1,97 euros que na semana anterior. Depois de 3 semanas consecutivas a descer, o preço do cabaz volta a aumentar”, indicou.
Segundo a Deco, desde o início do ano, “para comprar o mesmo cabaz, os consumidores gastavam menos 17,48 euros (menos 7,23%)”.
Já há um ano, era possível comprar “exatamente os mesmos produtos por menos 19,96 euros (menos 8,34%)”, enquanto no início de 2022, era possível “gastar menos 75,68 euros (uma diferença de 41,21%)”.
Segundo a Deco Proteste, “na última semana, entre 27 de maio e 03 de junho, o atum posta em óleo vegetal aumentou 0,37 euros (28%), a farinha para bolos subiu 0,27 euros (17%)”, com a massa esparguete a registar uma subida de 0,17 euros (16%).
Estes foram “os 3 produtos cujo preço mais aumentou (percentualmente) face à semana anterior”.
Já em relação ao mesmo período do ano passado, “a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o carapau (54%, custando atualmente 6,12 euros/kg), o tomate chucha (31%, situando-se atualmente nos 2,80 euros/kg) e os brócolos (30%, o que se reflete num custo de 3,29 euros/kg)”, indicou a associação.
Desde 05 de janeiro de 2022, quando a Deco Proteste iniciou esta análise, “os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (125% para 13,08 euros/kg), os ovos (84% para 2,10 euros) e o bacalhau graúdo (76% para 18,68 euros/kg)”, concluiu.
A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.
Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Lusa