“Os sucessivos governos de Portugal nunca assumiram para a habitação um lugar equivalente como o fizeram para a saúde ou educação”. A crítica é da antiga ministra da Habitação, no governo de António Costa.
Marina Gonçalves defende um reforço do parque habitacional público acima dos 5%.
A deputada na Assembleia da República diz também que as medidas para a habitação apresentadas pelo governo de Luís Montenegro não estão do lado das famílias e dá como exemplo o teto máximo de 2300 euros, que o executivo definiu como renda moderada.
O presidente da câmara de Oeiras, Isaltino Morais, defende o aumento do parque público habitacional.
A habitação foi o tema da 5ª conferência organizada pela Estrutura de Missão para a Comemoração dos 50 Anos da Autonomia.