Na inédita final entre os rivais minhotos, o Sporting de Braga adiantou-se no marcador, aos 17 minutos, por Dorgeles, de livre direto, tendo o Vitória de Guimarães chegado ao triunfo com golos de Samu, de grande penalidade, aos 59, e de Ndoye, que já tinha ‘bisado’ frente ao Sporting, na meia-final (2-1), aos 83.
O Sporting de Braga, que procurava o quarto troféu, na sua sexta final, podia ter relegado a decisão para as grandes penalidades, não fosse o guarda-redes vitoriano Charles ter defendido um castigo máximo cobrado por Zalazar, aos 90+11.
Após a terceira reviravolta na prova – já tinha vencido 3-1 no terreno do líder da I Liga, FC Porto, nos quartos de final – o Vitória de Guimarães, que sucede no historial ao Benfica, recordista de títulos, com oito, torna-se no sétimo clube a erguer a Taça da Liga, em 19 edições, naquele que é o seu terceiro troféu nacional, depois da Supertaça Cândido de Oliveira de 1988 e da Taça de Portugal de 2012/13.
Lusa