A 67.ª edição do Rali da Madeira terá 15 especiais de classificação e apresenta algumas alterações em relação ao que foi realizado em 2025.
A prova começa com a classificativa espetáculo na Avenida do Mar, que, por norma, atrai milhares de espetadores.
Na sexta-feira disputam-se quatro classificativas, realizadas por duas vezes. Começa pelo Campo de Golfe e Palheiro Ferreiro, ambas com dupla passagem, com o parque de assistências a ficar, uma vez mais, situado na Avenida Sá Carneiro e imediações.
À tarde cumpre-se uma nova especial de classificação que arranca no Abrigo do Pastor e termina no Ribeiro Frio, passando pelo Chão da Lagoa, entrando pelo portão sul. Segue-se a pec de Santana no itinerário de sexta-feira.
No total são oito classificativas no segundo dia de prova, com quatro passagens pelo Chão da Lagoa, boas notícias para os adeptos que têm por tradição acampar naquela zona.
No sábado há alterações. O dia conta com três especiais de classificação. Começa pela Ponta do Sol e depois a especial da Calheta deixa o figurino do rali. No seu lugar regressa a mítica especial de classificação da Ponta do Pargo, que já não se realiza desde 2022, assim como outra classificativa mítica, o troço cronometrado do Rosário.
Depois do regresso ao parque de assistências na Avenida Sá Carneiro, as equipas repetem a ronda, terminando o rali com a passagem pelo pódio na Praça do Povo.
São pouco mais de 200 quilómetros de pura competição que a organização, a cargo do Clube Sports madeira, delineou para a versão de 2026 do rali.
O Rali da Madeira está agendado para os dias 30, 31 de julho e 1 de agosto.