As duas equipas tinham acordado o valor para o Citroen DS3 R5 trocar de piloto e a viatura já tinha sido sinalizada, mas o negócio entre João Silva e Américo Gouveia acabou por ser revertido face às incertezas geradas pela pandemia.
O certo é que ninguém consegue prever o futuro perante os dias que se vivem e por isso as equipas decidiram por mútuo acordo que o negócio fica sem efeito, para já.
No futuro próximo e com mais certezas em termos de provas e de calendário os dois pilotos vão voltar a conversar. A hipótese de utilizar o Citroen DS R5 em regime de aluguer também está em cima da mesa.
Resta aguardar por melhores dias.