Só que tem consequências em todo o planeta. Por isso, este ano, são esperados menos furacões no Atlântico. Isto porque o El Niño, reforça a atividade de furacões no Pacífico central e oriental, e suprime-a no Atlântico.
No próximo ano, a situação deve inverter-se. com La Niña a trazer mais furacões para o Atlântico, como explica à Antena 1, Rui Caldeira, biólogo especializado em oceanografia.